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Arquivo de Novembro, 2009

Coisas que me assustam – O Gang da boca à palhaço

27, Novembro, 2009 1 comentário

Circula por aí este email, que dá conta de um gang assustador:

Na altura do Carnaval, ouvi falar de um caso que me arrepiou imenso. Duas jovens universitárias tinham sido interpeladas por um grupo de rapazes bem parecidos, no Bairro Alto, que lhes fez uma pergunta: “Morte, violação ou boca de palhaço?” As jovens, pensando tratar-se de uma brincadeira de Carnaval, responderam prontamente “boca de palhaço”. Foram esfaqueadas dos lábios às orelhas. Sei que ainda hoje estão traumatizadas e que nenhuma cirurgia plástica deixá-las-á como eram antes.

No passado fim de semana, voltou a acontecer à irmã de uma colega de uma amiga minha. Em pleno Largo Camões, a jovem esperava por um táxi vazio que a levasse para casa. Pois quem a levou foi quatro rapazes, que lhe fizeram a mesma pergunta arrepiante e o resultado é o mesmo. Esfaqueada, com um “sorriso” de palhaço.

Acho estranho que nenhum telejornal faça referência a isto, porque tenho a certeza de que já aconteceu mais vezes. Sendo assim, e como acredito no poder do passa a palavra, por favor divulguem esta história a toda a gente. É preciso que toda a gente saiba. É preciso que tenhamos cuidado. É preciso que andemos acompanhadas. É URGENTE ALGUÉM FAZER ALGUMA COISA!!!

Existem várias versões e formatos desta mesma história, onde mudam datas e locais e que circulam por email, sms e até de boca em boca.

O que me assusta é  haver tanta gente com medo desta história e a levá-la a sério. Vivemos numa sociedade de informação, a informação circula livremente e está ao alcance de qualquer um, mas também a desinformação circula da mesma forma. É preciso ter um pouco de discernimento para pelo menos duvidar deste tipo de histórias quando chegam ao nosso email e perder uns minutos para verificar a sua autenticidade antes de fazer figura de tanso ao andar por aí aterrorizado a espalhar história que alguém inventou.

Alguém deve ter andado a ver muito o batman…

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Madalena, a pecadora

19, Novembro, 2009 Nenhum comentário

Naquele dia Jesus passeava-se pelo mercado, buscando novos seguidores da palavra de Ralag, quando ouviu gritos.
Eram os gritos de revolta de uma população em fúria que acusava uma mulher chamada Madalena de ser uma herege que levava uma vida de perversão e luxúria.

Madalena costumava frequentar o mercado em busca de homens, especialmente os mais altos e criativos. Homens estes que passavam algumas horas com ela deixando-lhe algum dinheiro quando partiam. O auge desta actividade acontecia na noite de quarta-feira, quando Madalena reunia por vezes dezenas de homens numa grande orgia que se estendia até à noite de quinta-feira.

O castigo para esta vida devassa era um julgamento público, sem direito a qualquer defesa em que a mulher era quase sempre condenada a uma morte humilhante, por apedrejamento. O julgamento de Madalena foi curto, rapidamente apareceram algumas testemunhas e a condenação foi aquela que todos esperavam…
Quando a população se preparava para executar a sentença, Jesus gritou: “Aquele que nunca pecou que atire a primeira pedra!”
A população dispersou-se de cabeça baixa, nesse dia o mercado ficou deserto e esses homens altos que Madalena procurava voltaram para as suas casas.

Jesus acolheu Madalena, que lhe contou que estava farta desta vida. O negócio já não corria como dantes, agora havia muitas mulheres que se dedicavam à mesma actividade e os preços destes serviços diminuíam cada vez mais. Agora muitas vezes quando os homens partiam não deixavam dinheiro que chegasse sequer para pagar as despesas.
Jesus falou-lhe de Ralag e Madalena, maravilhada com o que ouvia, imediatamente se converteu e tornando-se uma fiel seguidora de Ralag.

Ao fim de pouco tempo Madalena já entrava nas peladinhas e rapidamente dominou a arte do futebol defensivo. Não demorou muito até Madalena se juntar aos restantes apostolos na equipa principal.
Mas não acabou por aí, Madalena era especial, tinha a delicadeza feminina que apenas uma mulher podia. Delicadeza que lhe permitiu desenvolver uma nova técnica, a técnica de derrubar o adversário subtilmente, sem que ninguém possa apontar uma falta ou um penalty.

Madalena tornou-se a preferida de Jesus, passavam juntos muito tempo fechados numa sala, onde frequentemente se ouviam gemidos. Alguns insinuam que os dois tinham uma relação amorosa, outros adiantam ainda que dessa relação nasceu um filho. A verdade sobre o que se passava dentro daquela sala e que poucos conhecem, revelo-a aqui apenas para vocês. Eles ensaiavam faltas, tentavam descobrir os pontos fracos do corpo humano e formas de os usar para derrubar um adversário apenas com um pequeno toque. O “filho” da relação dos dois de que alguns falam, o sangue de Jesus (sim, sangrou muitas vezes durante estes estudos), o Santo Graal, mais conhecido por nós como Notas de Ralag, são essas mesmas técnicas.

Estes escritos preciosos percorreram o mundo envoltos em mistério, viajaram de mãos em mãos, até chegar às mãos dos templários, uma ordem de cavaleiros supostamente criada para defender o templo de Jerusalém, que muitos dizem (e com razão) serem detentores do segredo do Santo Graal. Mas sobre eles vos falarei numa outra oportunidade.

Texto orginalmente postado no hattrick, federação lusófona de defesa, 23-08-2005.

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O chupa-mos foi co caralho

18, Novembro, 2009 Nenhum comentário

Desde ontem à tarde que o chupa-mos está todo fodido e aparece assim:

O chupa-mos todo fodido

O chupa-mos todo fodido

Será que os cabrões dos chinocas vão conseguir destruir anos de história do lulz e da punheta?

Acasalamento de tartarugas

11, Novembro, 2009 Nenhum comentário


Até os bixinhos gostam!