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Arquivo de Janeiro, 2009

Racismo, xenofobia e nacionalismo

31, Janeiro, 2009 3 comentários

Estes são três conceitos muito diferentes, mas que tendem a ser confundidos, e pior que tudo, um tabu condenável na nossa sociedade.

Muitos são os que se aproveitam do tabu e do politicamente correcto, para se protegerem a si próprios, ou às suas ideias, que atingem um estatuto de intocáveis.

Em vez de ignorar a questão só porque é politicamente incorrecto pôr o dedo na ferida, prefiro compreender estes três conceitos em separado e aceitá-los, quando são aceitáveis.

Xenofobia, é exactamente aquilo que o seu nome implica. É uma fobia, o medo irracional de estrangeiros ou pessoas diferentes. Alguém que tenha medo de negros só pela sua cor, é xenófobo.

Alguém que entenda que pessoas de raças ou etnias diferentes tem determinadas qualidades ou defeitos, é racista. O racismo pode levar também a outra atitude, a discriminação racial, por exemplo, negar um determinado emprego a um negro por entender que os negros são menos inteligentes, ou decidir investir num negro como atleta por considerar que os indivíduos desta raça são mais pojantes.

Nacionalismo, que é normalmente condenado por ser visto como um sinónimo de racismo, xenofobia e até fascismo, não passa na realidade de uma orientação política. Pode ser entendido como o oposto da globalização, com ideias que passam pela defesa do interesse e orgulho nacional em deterimento da abertura ao exterior.

Será assim tão errado defender esta ideologia política?

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Genética para totós

27, Janeiro, 2009 4 comentários

Prever os resultados do acasalamento entre duas aves (ou qualquer outro animal) pode ser quase uma ciência oculta. Mas através da compreensão da genética, tudo fica mais simples, previsível e controlável.

Estas regras são válidas para qualquer espécie, animal ou planta, mas vou usar sempre que possível como exemplo a espécie com que estou mais familiarizado, o mandarim.

Os genes são o código que determinam todas as características de um ser vivo, desde o seu comportamento ao seu aspecto. Uma alteração num único gene pode causar uma alteração drástica no aspecto de um ser vivo, ou não ter qualquer efeito.

Ao aspecto visível do sujeito afectado pelos genes dá-se o nome de fenótipo. Ao aspecto de um indivíduo de uma dada espécie que não sofreu qualquer mutação dá-se o nome de fenótipo selvagem e este deve ser sempre o passo de partida para verificar o efeito dos genes.

É também importante fazer a distinção entre uma mutação e uma raça, pois apesar de ambos serem ambos efectados pelos genes, são dois conceitos completamente diferentes e enquanto o primeiro é perfeitamente previsível e calculável, o segundo é um pouco mais incerto. Uma raça é um conjunto de ndivíduos de uma espécie que partilham um dado conjunto de características. Estas não são o resultado de um único gene, mas sim o resultado da interacção de um conjunto complexo de genes, que evoluiram em conjunto ao longo de várias gerações.

Aquilo de que vou falar são as mutações. Uma mutação é uma alteração num gene, que normalmente provoca algum tipo de efeito. As mutações que nos interessam são aquelas que causam alterações no fenótipo. Ler mais…

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O que o nosso país precisa

21, Janeiro, 2009 Nenhum comentário

Eu quero um destes mas em branco, e tu, qual escolhes?

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